quarta-feira, 23 de setembro de 2009


Mais uma publicação relacionada à Corrente Aussie está disponível na literatura científica no periódico Archives of Physical Medicine and Rehabilitation. Os autores, o pesquisador australiano Alex Ward, criador da corrente e seu colaborador Wendy Lee Hung Chuen buscaram com o estudo determinar as durações de Bursts consideradas ótimas para a discriminação entre os limiares sensorial, motor e doloroso utilizando-se corrente alternada na faixa de kHz.
Como voluntários, foram utilizados 20 indivíduos saudáveis, n=20, os quais receberam estimulação por meio da Corrente Aussie com frequências portadoras de 1kHz e 4kHz moduladas em Bursts com frequência de 20Hz e duração variável na faixa de 250 microsegundos para 1 ciclo de corrente alternada de 4kHz e 1 milisegundo para 1 ciclo de corrente alternada de 1kHz a 50 milisegundos de corrente alternada constante.
Foram então mensurados os limiares sensorial, motor e doloroso dos voluntários participantes. Os resultados dos experimentos realizados sugerem que os limiares diminuem a um valor mínimo com o aumento da duração dos Bursts. O limiar mínimo identificou o tempo no qual a somação de estímulos sublimiares ocorreu: 20ms para o limiar sensorial, 30ms para o limiar motor e >50ms para o limiar doloroso. Esses valores foram superiores aos encontrados em estudo prévio quando a frequência de pulso utilizada foi a de 50Hz. Apesar das diferenças relacionadas ao tempo de utilização dos Bursts, a máxima separação entre os limiares sensorial, motor e doloroso os limiares encontrados na presente investigação estão dentro da faixa de Bursts com duração de 1ms a 4ms ou seja, a mesma faixa encontrada em estudo prévio. Os autores concluíram após a investigação que durações de Bursts curtas associadas com frequência na faixa de kHz tem um papel fundamental na reabilitação física para a estimulação sensorial e motora, ou seja, analgesia e recuperação funcional dos músculos esqueléticos.

Ward, R.A.; Chuen, W.L.H. Lowering of sensory, motor and pain-tolerance thresholds with burst duration using kilohertz-frequency alternating current electrict stimulation: part II. Arch. Phys. Med. Rehab., 90(9): 1619-1627, 2009.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

UNIVAP, SJC




Pessoal, bom dia!


Fiquei bastante feliz na última Quinta-Feira, 17 de Setembro. Fui muito bem recebido na UNIVAP em São José dos Campos por todos os alunos e professores presentes. Todos gostaram muito da atividade, e tenho a certeza absoluta que o evento agregou muito conhecimento a todos os presentes. Gostaria de agradecer ao Prof. Dr. Rodrigo Alexis Lazio Osorio por toda a atenção e cuidado no planejamento da atividade. Em depoimento o Prof. Rodrigo disse a todos os presentes que certamente grande parte dos docentes necessitam de reciclagens relacionadas à eletrotermofototerapia.
No evento foram aboradados os seguintes assuntos: Estimulação sensorial e motora por meio de T.E.N.S., FES, Interferencial, Russa, Aussie, Alta Voltagem.



sexta-feira, 11 de setembro de 2009


Na próxima semana, dia 17 de setembro de 2009, estarei na UNIVAP em São José dos Campos para falar das novas tendências relacionadas às correntes elétricas terapêuticas! Gostaria então de convidar todos os interessados para comparecer ao evento! A idéia é conversarmos sobre T.E.N.S., Terapia interferencial, Corrente Russa, Aussie e Ultrasom terapêutico. A proposta da palestra será apresentarmos as principais diferenças apontadas por estudos científicos entre a inovadora corrente Aussie e as demais formas de estimulação elétrica nervosa transcutânea!!!

  

quarta-feira, 19 de agosto de 2009


No simpósio de 10 anos do médico ortopedista Moises Cohen tive a oportunidade de conhecer pessoalmente a fisioterapeuta Lynn Snyder Mackler da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos. Conversando com a Lynn ela me disse que em seu país os fisioterapeutas não costumam usar as correntes alternadas de média frequência na estimulação de seus pacientes em função da pouca oferta desse tipo de pulso em geradores de pulsos acessíveis. A professora Lynn levou um de nossos equipamentos, o Neurodyn Aussie Sport, para a universidade de Delaware para dar continuidade a suas pesquisas envolvendo a reabilitação da articulação do joelho. No próximo mês estarei em seu laboratório nos Estados Unidos para conhecer um pouco mais sobre o seus trabalhos!!!!   



Olá pessoal, no último final de semana, dias 14 e 15 de Agosto, estive em São Paulo no evento do médico ortopedista Moises Cohen ministrando uma palestra e um workshop relacionado a estimulação elétrica sensorial e motora. Falando para mais de 250 fisioterapeutas presente no evento pude perceber que a Corrente Aussie agradou a todos em função de sua forte fundamentação científica. Apontamos as principais diferenças entre a Corrente Aussie e as demais formas de estimulação elétrica como T.E.N.S., FES, terapia interferencial e Corrente Russa. Fiquei bastante feliz em função do nível dos palestrantes presentes no evento. Estiveram por lá o Dr. Freeddie Fu, James Irrgang e Lynn Snyder autora do livro eletrofisiologia clínica da editora ArtMed. A Dra. Lynn levou para a sua universidade nos Estados Unidos, um gerador de pulso Neurodyn Aussie Sport da IBRAMED e com ele dará continuidade em seus trabalhos de pesquisa envolvendo a reabilitação do joelho. 


quinta-feira, 9 de julho de 2009

Corrente Aussie

A corrente Aussie, ou Australiana como também é conhecida, está inserida na linha de produtos para reabilitação e medicina estética da IBRAMED (HECCUS e novo Neurodyn 10 canais). A corrente é caracterizada por frequência portadora de 1kHz para estimulação motora e 4kHz para estimulação sensorial. Os outros parâmetros para estimulação motora são Bursts com duração de 2ms e frequência de modulação em Bursts ajustável de acordo com o tipo de fibra muscular que se deseja estimular I, IIa e IIb. Para a estimulação sensorial, a duração dos Bursts são de 4ms e a frequência de modulação dos Bursts também sofre variação de acordo com o tipo de celúla que se desja estimular A-beta ou A-delta. Assim, o bloqueio da dor pela ativação da comporta de dor bem como pela liberação de endorfina pode ser conseguido durante e após a estimulação. Muitos fisioterapeutas e outros profissionais interessados ainda não conhecem o recursos, mas sem dúvida trata-se hoje, do padrão ouro para estimulação elétrica por meio de correntes terapêuticas.


Leia mais:. Ward, A. R. 2009. Electrical Stimulaion Using Kiloherts Alternating Current. Physical Therapy, v.89(2); 181 - 190.